sábado, 10 de agosto de 2013

A educação é um ato de amor.




Esse vídeo é bastante interessante pois nos faz refletir sobre a utilização das tecnologias que apesar de estar presente em algumas escolas ainda assim continua sendo empregada com a pedagogia de transmissão,isto é, não basta apenas colocar a tecnologia na sala de aula a questão é como utilizar esta tecnologia.



“A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem. Não pode temer o debate. A análise da realidade. Não pode fugir à discussão criadora sob pena de ser uma farsa” (FREIRE, 1980, p. 104).

Hoje em dia desempenha o papel de mediador de conhecimento diante do aluno, não podemos simplesmente direcionar uma discussão de acordo com um único ponto vista, ou seja, definir todas as regras de uma discussão de acordo com perguntas prontas e respostas manipuladas.

A Educação que não permite um processo de discussão mais amplo, que não favorece ao educando e educador uma socialização de saberes, não é Educação. É reprodução de um ensino que nega oportunidades de descobertas.
 A escola é um espaço de reforma,  de expressão dos anseios e das necessidades dos docentes, dos alunos e da sociedade, pois é uma instituição estabelecida para fins de socialização e transmissão da cultura. Mas ela é, também, espaço de disputa e de poder. Ameaças a essa situação desencadeiam reações as mais diferentes. 

É preciso enfatizar que a Educação é, a um só tempo,  produtora e produto de cultura. A Educação, para Paulo Freire, é, acima de tudo, ação problematizadora, ou seja, está intimamente ligada ao contexto social em que vivem o professor e o aluno e onde o ato de conhecer não está separado daquilo que se conhece. O conhecimento está sempre dirigido para alguma coisa.

Nesse sentido, o professor precisa ser inovador e não simplesmente reprodutor. Deve-se criar novas oportunidades de aprendizagem  ensinando os alunos a pensar, por si próprio, criticar livremente e demonstrar de forma autônoma suas possibilidades sob o prisma da atividade intelectual. É buscar no outro o Eu que está dentro de cada um, é perceber que não estamos sozinhos, que não fazemos nada sozinhos, que quem ensina aprende e quem aprende ensina.

Fonte: GADOTTI, Moacir. Boniteza de um sonho: Ensinar-e-aprender com sentido. São Paulo: Livraria e Instituto Paulo Freire, 2008.

Postado Por Lucia Helena

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