A educação do
cidadão não pode ser unidirecional é preciso haver uma troca positiva entre o
professor e o aluno. Estamos vivendo numa era onde aquele que aprende ao mesmo
tempo transmite o seu conhecimento para o outro. Esse novo modelo educacional,
cuja característica geral não está mais na centralidade da pedagogia de
transmissão. E sim na troca de conhecimentos.
Hoje em dia o acesso ao computador e a Internet definem essa nova
ambiência informacional que dão suporte para obter informações numa fração de
segundos. A educação a distância ganha
adesão nesse contexto e tem aí a perspectiva da flexibilidade e da
interatividade próprias dessa modalidade de ensino.
Na perspectiva
da interatividade, o professor pode deixar de ser um transmissor de saberes para
converter-se em formulador de problemas, provocador de interrogações,
coordenador de equipes de trabalho, sistematizador de experiências e memória
viva de uma educação que, em lugar de prender-se à transmissão, valoriza e
possibilita o diálogo e a colaboração. As
escolas que incentivam esse tipo de educação podem modificar o modelo da
transmissão abrindo espaço para o exercício da participação genuína, e não
apenas mecânica.
Postado por Nivia Villela
Postado por Nivia Villela

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